13/09/2019 às 10h36min - Atualizada em 13/09/2019 às 10h36min

BOLSONARO NA ONU?

SOCORRAM O BRASIL!


Política é a arte de encontros e desencontros na substituição da anarquia. Simples assim, mas que exige muita atenção. Em primeiro lugar, não há como fazer política, sem tomar partido. Em segundo lugar, não há como não tomar partido. Com isso em mente, Bolsonaro – justiça seja feita – nunca enganou ninguém, desde cedo mostrou-se de extrema direita. Autoritário, aliado dos grandes fascistas internacionais, facilmente conduzido pelos bannons e olavos da vida. Isso fica bem claro na sua preparação para o discurso na abertura da Assembleia Geral da ONU, no próximo dia 24. Adivinha quem vai prepará-lo para o evento!

O americano Stephen Kevin "Steve" Bannon tem quase 66 anos, é um assessor político que já foi assistente de Trump e estrategista-chefe da Casa Branca, onde participou regularmente do Comitê de Diretores do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, entre 28 de janeiro e 5 de abril de 2017, quando foi demitido. Ele também já foi banqueiro, produtor de filmes, executivo de mídia, tendo conduzido o Breitbart News, um site de notícias, opinião e comentários de extrema-direita, que ele mesmo já descreveu, em 2016, como "a plataforma da alt-right (direita alternativa)". Depois da morte do fundador do site, Andrew Breitbart, em março de 2012, Bannon tornou-se diretor executivo da Breitbart News LLC. Sob sua liderança, o site adotou uma abordagem mais nacionalista e mais inclinada à direita alternativa – alt-right, que se caracteriza pela defesa dos brancos, do sexismo, do antissemitismo e do conspiracionismo, sendo contra a imigração e a inclusão dos imigrados, segundo a Wikipédia. Para Philip Elliott e Zeke J. Miller, da revista Time, o Breitbart News simplesmente "instilava material racista, sexista, xenofóbico e antissemita na veia da direita alternativa". Bannon licenciou-se do Breitbart para trabalhar na campanha de Trump e, em 18 de agosto de 2017, a Breitbart anunciou que Bannon voltaria à diretoria executiva depois que deixasse suas funções de estrategista da Casa Branca. Em 9 de janeiro de 2018, Bannon anunciou que deixaria definitivamente o Breitbart.

Eleições Brasileiras
Em agosto de 2018 Bannon encontrou Eduardo Bolsonaro, filho do então-candidato de extrema-direita Jair Bolsonaro, atuando com um conselheiro informal da campanha presidencial de Jair Bolsonaro para as eleições de outubro de 2018. Eduardo Bolsonaro afirmou que Bannon se colocou à disposição para ajudar nas atividades de inteligência da campanha, ações na internet e análise de dados, sem incluir qualquer auxílio financeiro.

Eu, você, o branco, o índio, o nissei, o nordestino, o gaúcho, o baiano, o de esquerda, o conservador, o nosso futuro que ainda se encontra no playgrounds e nas favelas, o caboclo amazonense que sobrevive de caça e pesca, em plena floresta, novo povo não merece ter essas pessoas em seu destino.

 
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