10/12/2022 às 08h45min - Atualizada em 10/12/2022 às 08h45min

COMANDO MILITAR DO LESTE?

OU ZONA BOLSONARISTA?


 
Quem mora no Rio já cansou de ver essa cena nojenta de bolsonaristas. É um dos “pontos de encontro” dos seguidores do ainda presidente Jair.
Eles simplesmente pediram intervenção militar acampados em frente aos quartéis do Exército, no Rio, contra o resultado das urnas.
Atos de caráter puramente golpista, contrário à Constituição de 1988, que proíbe uma intervenção militar sob pretexto de restauração da ordem. Aquela “intervenção” de 64, como bem sabemos, deu no que deu...
 
O jornalista Eduardo Guimarães, vizinho de uma dessas concentrações do terror, relata que “é uma desgraça, é um cheiro de urina que não dá para aguentar. É barulheira, é trânsito… Outro dia começaram a cantar o hino nacional às três da manhã!”. Durma-se com um barulho desse...
 
Esses extremistas de direita de Bolsonaro recentemente fizeram uma manifestação em defesa de um golpe de Estado no Brasil em função da derrota de Bolsonaro para Lula (PT).  E chegaram ao absurdo de pedir a anulação das eleições. Além da concentração em frente ao CML, os bolsonaristas também realizaram um ato na Vila Militar.
 
Segundo o Metrópoles, “o objetivo do grupo é ficar acampado “até que as Forças Armadas façam uma intervenção federal”. Os bolsonaristas também pedem que seja aplicado o artigo 142 da Constituição Federal, que não autoriza intervenção militar, embora seja nisso que os eleitores de Bolsonaro acreditam. Estão convencidos de que os militares do Exército protegem as dependências do QG a fim de evitar qualquer tentativa de invasão.
 
No dia de Finados no Rio de Janeiro, essas pessoas deixaram de ir aos cemitérios prestar reverência a seus entes queridos, em troca de fazer reverência a um governo finado.
 
Os atos, naturalmente, são contrários à Constituição de 1988, que proíbe uma intervenção militar sob pretexto de "restauração da ordem". As manifestações de caráter golpista são acompanhadas por agentes da Guarda Municipal e pela Polícia Militar.
 
Talvez seja o caso de dar o novo endereço de Bolsonaro para eles continuarem suas manifestações por lá...
 
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