15/03/2022 às 17h52min - Atualizada em 15/03/2022 às 17h52min

“FALA PORTUGUÊS DE PORTUGAL?”

“SÓ FALO INGLÊS AMERICANO...”



O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, deu mais uma entrevista negando as informações divulgadas por vários meios de comunicação ocidentais sobre o envolvimento de Pequim na operação especial militar da Rússia na Ucrânia e insistiu que Washington deve refletir sobre seu próprio papel na situação.
 
Na segunda-feira, 14, o Financial Times informou, citando autoridades americanas, que a Rússia supostamente teria pedido apoio à China para sua operação especial na Ucrânia em forma de "equipamento militar e outros tipos de assistência". Enquanto isso, o The New York Times publicou que Moscou também teria solicitado "ajuda econômica adicional", além de "equipamento e apoio militar".
Questionado sobre essas publicações, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês lembrou que o porta-voz presidencial russo, Dmitry Peskov, já rejeitou tais afirmações  e alertou que os relatos não devem ser considerados vindos de fontes confiáveis.
"Os Estados Unidos, às vezes, criam e divulgam informações falsas, que são antiprofissionais, antiéticas e irresponsáveis. Por meio dessas ações, eles só desacreditarão ainda mais os EUA no mundo", enfatizou Zhao.
Segundo o porta-voz chinês, o que Washington deveria fazer é "refletir profundamente sobre seu próprio papel no desenvolvimento da crise na Ucrânia" e fazer "algo realmente prático para conseguir uma desescalada da situação".
 
Ainda na segunda-feira, 14, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China sublinhou que seu país está disposto a desempenhar um papel construtivo na resolução da crise.
 
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